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Museu Nacional recebe salão expositivo do projeto Eixo do Fora Vol. 5
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Publicado em: 06/01/2018 pela equipe do Brasília Web

Museu Nacional recebe salão expositivo do projeto Eixo do Fora Vol. 5

Após uma residência artística em Olhos D’Água, os artistas agora apresentam as suas obras em um salão expositivo que deflagra a nova geração da arte contemporânea no Distrito Federal.

   

Local: Museu Nacional do Conjunto Cultural da República
Data: de 15/12/2017 a 14/01/2018

Começou na sexta (15/12) a etapa principal do projeto Eixo do Fora Vol. 5. Com visitação até 14 de janeiro no Museu Nacional, a segunda edição do Salão/Residência irá apresentar ao público a produção artística emergente na cidade a partir do trabalho dos 20 artistas selecionados no Eixo do Fora Vol. 5, sob a curadoria de Atila Regiani, Cinara Barbosa, Bia Medeiros, Gisel Carriconde Azevedo e Krishna Passos, idealizador do projeto.

Em sua 2ª edição, o Salão/Residência está aberto para visitação de terça a domingo, das 9h às 18h30, com visitas guiadas diárias às 10h e às 16h. Para participar é preciso chegar no horário indicado e se dirigir a um dos monitores do programa educativo.

Criado em 2007, o projeto Eixo do Fora chega à sua quinta edição com olhar atento aos talentos das artes na Capital do país. Com histórico de 10 anos em ação, o projeto fez sua primeira residência artística, Galeria Cohab, em formato de residência livre entre 28 artistas no Espaço Piloto da UnB. Em 2011, o Eixo do Fora realizou seu 1o Salão/Residência.

As quatro edições anteriores foram realizadas com recursos da Funarte e esta é a segunda vez que o projeto recebe patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Governo de Brasília. A edição 2017 do projeto põe foco na residência artística entre os selecionados, etapa que aconteceu de 17 a 24 de novembro, em uma parceria com o NACO (Núcleo de Arte do Centro Oeste), na cidade de Olhos D’Água (GO), sob a orientação de Aslan Cabral, artista plástico do Recife.

Os artistas, 20 ao todo, foram selecionados por meio de uma chamada pública lançada no mês de outubro deste ano. São eles: Adriana Vignoli, César Becker, Gustavo Silvamaral, Ianni Luna, Jaja Rolim, João Angelini, João Trevisan, Katalina Leão, Lívia Brandão, Luara Learth, Lucas Sertifa, Ludmilla Alves, Luísa Gu?nther, Marcela Campos, Matias Mesquita, Nathasha de Albuquerque, Rai?sa Curty, Rodrigo D`Alcântara, Gabriel Marx e Yasmin Adorno. Os selecionados, talentos de Brasília, trabalham com linguagens artísticas diversas, indo da pintura à videoarte e performance. As obras criadas durante a residência vão integrar uma exposição coletiva no Museu Nacional.

Saiba mais sobre as obras criadas por cada artista para o Salão/Residência

Yasmin Adorno

A carroça-paisagem é uma instalação móvel, quase um carro alegórico. A composição na caçamba reflete sobre o vínculo que existe hoje entre o rural e o urbano, os acordos e desencontros entre esses dois ambientes, e em que medida podem ainda ser separados.

Raísa Curty
Contar os passos, catar os ossos.

A proposta de peregrinar de Brasília até Olhos D’água caminha num espaço de experimentação. Anuncia uma arqueologia da beira da estrada e cava um lugar que apresenta a morte da mesma forma que apresenta a vida. Coordenadas para Experimento-Trajeto: 1.Catar os ossos de animais mortos encontrados na beira da estrada. 2.Medir a estrada pela contagem de passos dados. 3. Formar uma coleção de ossos do trajeto. 4. Transformar a coleção em um corpo, movido pelo implante de um sistema mecânico. O objeto, de título Marcapasso, é a tentativa de um organismo ciborgue que carrega a mesma medida de ser-vivo morto (ossos) e de ser-morto vivo (máquina).

Nathasha de Albuquerque
Oficina de nudismo
A proposta visa insistir na propagação da frase “VOTE NU” como uma campanha política a favor da nudez, da liberdade e do desnudamento social. Vote nu pela cidade, vote nu pela arte, vote nu pelo reconhecimento de seu próprio corpo. A oficina de nudismo não é necessariamente uma oficina, mas
um convite a estar nu.

Matias Mesquita
Em escavações realizadas num sítio arqueológico em Olhos D’água, Goiás, foram descobertos fragmentos cujas imagens fazem crer tratar-se de uma civilização futura pré-apocalíptica. Ao analisar os símbolos gravados, pesquisadores questionam a respeito da sacralidade do local, uma vez que tais imagens remetem a insolubilidade heterotrópica sacro-pictórica D'Aguense.

Marcela Campos
Pedra X Papel X Tesoura

A partir da vivência coletiva na residência em Olhos D’água, um vídeo foi gravado com artistas residentes e pessoas da cidade, baseado na brincadeira Pedra x Papel x Tesoura. No vídeo a artista questiona qual dos três elemento você escolheria, as respostas explicitam como o jogo recreativo pode inspirar o modo competitivo e o método seletivo das pessoas a partir de uma escolha, como as pessoas se apóiam na vitória de um jogo cíclico.

Luísa Gu?nther
A experiência imersiva em Olhos d’Água, promoveu o concepção de uma [anti-]cartografia das ocupações (des)cotidianas que estrutura um duplo entre o cotidiano e seu possível avesso; entre o extraordinário e seu provável reverso; entre a mesmice e a rotina; entre o que é sempre o mesmo e o que não é nunca igual.

Ludmilla Alves
Ao repetir as supostas práticas de um personagem fictício, ilhado, experimento cascas de árvore como instrumento para aferir a espessura das notações de tempo. Em Medida dos dias, agrupamentos e manipulações de cascas são o ponto de partida para pensar um sistema de calendário orientado por medidas inventadas e marcações reais.

Lucas Sertifa

A obra Espessuras do olhar: Paisagens, passagens e nuvens é uma videoinstalação resultada de uma
residência artística feita na cidade de Olhos D’Água – GO. Nela, o espectador pode ver, através das janelas de um ambiente com paredes translúcidas, imagens captadas na cidade: paisagens, passagens e nuvens - um convite para viajar por meio do olhar e da imaginação.

Luara Learth
Flecha é um objeto pontiagudo disparado no ar em alta velocidade perfurante e ancestral. É o ato de reivindicar corpos impossíveis em tempos de pouca maleabilidade, uma dança revolta para se ativar em tempos de crise, um grito torto feito faca, uma máscara de pele arrancada lançada no espaço corre vento. Abre brecha de tempo flecha é um ebó para resistir.

Livia Brandão
Bandeirolas
Intervenção urbana. A obra será locada de modo que o mapa visível gerado a partir dela a coloque em evidência. Inaugura uma reflexão acerca da tomada de posse a partir da paisagem, da apropriação de elementos urbanos comuns em Brasília e de micro poderes inerentes aos corpos sociais que habitam a cidade. É uma demarcação visual que cria possibilidades de interação sensorial com o espectador.

Katalina Leão
Praia: Transposições - Land Art/ Happening
O trabalho propõe uma estratégia de aglomeração de pessoas construindo praias em lugares impossíveis com o intuito de criar um ambiente de troca de experiências.

João Trevisan
O trabalho “objeto que comporta pelo diálogo” decorre de uma reflexão entre força empregada sobre a matéria, que é massa, peso, tensão, equilíbrio e dinâmica. A própria materialidade do objeto necessita do movimento que se ocasiona pelo meu corpo que comporta um diálogo silencioso entre ser e objeto.

João Angelini
Cone, da série Deriva,
Animação em constante processo, onde uma série de frações de um cone de sinalização, são substituídos quadro a quadro e, pelo seu corte seqüencial, constrói uma imagem em movimento de um cone flutuando nas ruas. Iniciada em 2015 todas as 300 peças de cone migraram para Olhos D’água em 2017, onde foram organizadas e capturadas em seqüência, dando continuidade a deriva do cone.

Jaja Rolim
Não é simplesmente chegar lá
Beira fetiche em outros lugares
A arte contemporânea contemporânea queer
dentro da energia de um organismo vivo
Pira ai na imaginação de outros mundos ...é muito doido, somos ets.

Gustavo Silvamaral
Sobre a cabeça os aviões, sob os meus pés, os caminhões, aponta contra os chapadões, meu nariz, eu organizo o movimento, eu oriento o carnaval, eu inauguro o monumento, no planalto central do país.

Gabriel Marx
Pop-Up
Uma série de intervenções que fazem situações urbanas se destacarem da paisagem cotidiana e saltar aos olhos de quem passa. Um experimento híbrido que transita entre a pintura, escultura, assemblagem e stopmotion. Cada trabalho apresenta dois formatos, a intervenção urbana em site specific e uma vídeo-instalação apresentada no espaço expositivo.

Ianni Luna
‘Ouvir Olhos’ propõe um deslocamento poético em direção ao som enquanto elemento de construção de sentidos. É um experimento narrativo gerado a partir de material sonoro capturado durante sete dias na cidade de Olhos d’Água de Goiás. A escuta se dá como acontecimento relacional que articula sonoridades nas fronteiras entre arte e ficção.

Rodrigo D’Alcântara
Trinity Chanchada origina-se da Santíssima Trindade subvertida pela inserção de um corpo dançante na mesma lógica abarrocada que opera nas representações sacras. A videoinstalação incorpora elementos dos sistemas de ícones sagrados a partir de um estudo gestual e imagético do repertório cristão - a queda matérica, o desfalecimento, o êxtase e o homoerótico.

Cesar Becker
Compromisso com a queda é construído a partir de processos que estão relacionados com a inclinação, o amontoamento e justaposição de materiais. A intenção do trabalho é analisar como a forma consegue se manter num movimento detido quando as forças gravitacionais estão ao mesmo tempo em equilíbrio e desequilíbrio.

Adriana Vignoli
Título: A última árvore
Material: Ferro calandrado, cabo de aço, árvore, corpos nus.
Três estruturas metálicas são tensionadas em equilíbrio numa árvore solitária. Três corpos suspensos movimentam-se nessa nova materialidade corporal, integrada, e criam nela um outro circuito energético. A obra experimenta conceitos da teoria do antropoceno e propõe novas formas espirituais de convívio entre o homem-natureza e a construção utópica perante uma fabulação
distópica.

2 SALAO/RESIDÊNCIA – EIXO DO FORA VOL, 5

Abertura: 15/12/2017, 19h30
Visitação: 15/11 a 14/01/2018
Terça a domingo, de 9h às 18h30
Visitas guiadas, diariamente, às 10h e às 16h.
Confirme também os dias e horários das visitas-guiadas com intérprete em Libras:
http://www.fora.art.br/
https://www.facebook.com/EixodoFora

Fonte: Um Nome Produção e Comunicação
Foto: Márcio Mota
SERVIÇOS

Local: Museu Nacional do Conjunto Cultural da República
Endereço: Setor Cultural Sul - Brasília
Telefone do Local: ---
Data: de 15/12/2017 a 14/01/2018
Ponto(s) de Venda(s):
Entrada franca
Valor dos Ingressos:
Entrada franca



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