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Especialista faz alerta no Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase
Publicado em: 19/01/2018 por Imprensa Anchieta - Hospital Anchieta

Especialista faz alerta no Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase

Conhecida vulgarmente como lepra, a doença é infecciosa, contagiosa e afeta os nervos e a pele.

   

 No último domingo do mês de janeiro é lembrado o Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase. A data foi instituída em 2009 com o objetivo de chamar a atenção da sociedade e das autoridades de saúde sobre a importância da prevenção e do tratamento adequado da doença.

Dados do Ministério da Saúde apontam que o Brasil não alcançou a meta de eliminar a hanseníase, mas apresentou redução de 34,1% no número de casos novos diagnosticados no país, passando de 43.652, em 2006, para 28.761 em 2015. No Distrito Federal, a doença acometeu, na última década, 2,4 mil pessoas. Em 2015, foram diagnosticados 217 casos e nos primeiros quatro meses de 2016, a Secretaria de Saúde notificou 79 casos. Os principais motivos para que o problema ainda não tenha sido erradicado do país são o preconceito e a falta de informação.

“A Hanseníase, também chamada Mal de Hansen ou Lepra, é uma doença infectocontagiosa que afeta a pele e os nervos. A doença tem um passado triste, de discriminação e isolamento de pacientes, devido às deformidades que causava”, explica a dermatologista Barbara Uzel, do Hospital Anchieta.

A transmissão se dá através do contato direto com um indivíduo infectado não tratado, pelas vias respiratórias.  O Brasil é um país com áreas endêmicas da doença. “Locais onde as condições de vida são menos favoráveis e há maior aglomeração de pessoas o risco é maior”, alerta a especialista.

Os principais sintomas são manchas na pele que podem ser brancas ou vermelhas, associadas a alterações na sensibilidade térmica e dolorosa, além de sintomas ligados ao acometimento dos nervos periféricos como dormências, inchaços e dores nos pés e mãos. Acometimento ocular também pode ocorrer em casos avançados.

A doença tem cura e quanto mais precoce o diagnóstico, melhor. O tratamento é feito com uma combinação de antibióticos específicos para o bacilo de Hansen, administrados em doses supervisionadas. De acordo com a dermatologista, a classificação da doença, para fins de tratamento, divide os pacientes quando tem até 5 lesões (paucibalares) e multibacilares, quando há mais de 5 lesões de pele.

“Clinicamente a doença é espectral e há indivíduos classificados como Hanseníase Tuberculóide (menos grave), Hanseníase Virchoviana (mais grave) e Hanseniase Boderline (que seria um polo intermediário). Há ainda indivíduos que podem apresentar acometimento exclusivamente neural. A pessoa infectada deve iniciar o tratamento assim que receber o diagnóstico, pois ela deixa de transmitir a doença com as primeiras doses da medicação. Sem o tratamento adequado e precoce podem ocorrer várias sequelas neurológicas e deformidade, como a perda da função dos membros, amputação das extremidades, mãos em garra e até cegueira”.

Em 19/01/2018
É importante ficar atento a manchas na pele


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